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James Marsters fala sobre Dragonball 2

fevereiro 26, 2010

James Marsters deu uma entrevista à Sci-Fi Talk, que pode ser ouvida aqui:
Embora a conversa seja muito mais sobre outros projetos do ator, eles comentaram os rumores sobre uma continuação de Dragonball Evolution.

Abaixo à tradução do que foi dito:

Sci Fi Talk: Agora, você estava em Dragonball e eu ouvi rumores sobre um “Dragonball 2.” Alguém já falou com você sobre isso?

James Marsters: Espero que sim.. Eles não têm que falar comigo. Estou sob contrato, então eu só tenho que estar pronto. Mas espero que a gente faça, porque o primeiro filme foi Dragon Ball e nesse a gente poderia começar a entrar em Dragon Ball Z. É muito mais enérgico, muito mais violento. Dragon ball é realmente mais comédia e sobre amadurecer. E Dragon Ball Z é sobre você ser forçado a lutar por aquilo que você acredita.

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Crônicas DBOF: A Produção da FOX

janeiro 28, 2010

Por: M. Barreto

Quando em 2003 surgiu uma foto de Piccolo live action, todos se animaram com o fato de um filme de Dragonball poder ser produzido, no entanto aquela foto fora apenas feita por fãs. Porém, um fundo de verdade havia, a FOX adquirira os direitos sobre a franquia Dragonball, todavia o deixou engavetado durante muitos anos. Quando em 2007 avistava-se que já em 2009 ela poderia perder os direitos sobre DB por não ter dado cabo de nenhum projeto, ela começa o projeto de um filme. Contudo, estávamos no auge da greve dos roteiristas, então as chances de encontrar um roteiro bom eram mínimas.

O script de Ben Ramsey foi escolhido e a pré-produção começou. James Wong ficou a cargo da direção e por seus trabalhos na cinessérie “Premonição” parecia ser uma excelente escolha. Stephen Chow ficaria a cargo da produção. James Marters foi escolhido para ser Piccolo, Justin Chatwin para Goku, Chow Yun-fat para Mestre Kame e todos os outros que já estamos cansados de saber. Brian Tyler entrou na equipe como o responsável pela trilha sonora. Até aqui tudo parecia calmo, entretanto foi quando as primeiras fotos extra-oficiais (dos toscos lutadores do torneio treinando no Templo de Pedra) saíram que as especulações começaram a fervilhar na Internet e o filme ganhou uma imagem negativa que o acompanharia para sempre.

A FOX sentia-se muito a vontade em ter o filme do ano “Wolverine” em suas mãos e deixou a divulgação de Dragonball Evolution apenas para os sites, blogs, fóruns e comunidades virtuais da Internet. Esse foi um erro, pois as várias imagens sem acabamento, de bastidores e com baixa definição circulavam e só aumentavam o temor de fãs mais radicais de aquele filme fosse uma perda de tempo.

O orçamento total de DBE foi de apenas 25 milhões de dólares, ou seja, um quarto de um filme comum de super-heróis dos quadrinhos americanos. O filme teve apenas 77 minutos corridos e 86, com os créditos. James Wong e Ben Ramsey não só provaram que na entediam nada da obra de Akira Toriyama como fizeram questão de por o “american life” no filme, transformando Goku em um adolescente discriminado e Chichi como uma patricinha. Stephen Chow não participou da produção do filme como divulgado. Utilizaram câmeras que captavam movimentos ultra-rápidos, como o que ocorre com a água quando um corpo nela cai. Este recurso foi algo totalmente desnecessário e muito mal utilizado durante a película. A equipe de efeitos especiais aliás fez muito bem seu trabalho com a pouca verba que recebeu.

Brian Tyler fez seu trabalho maravilhosamente bem, compondo músicas que embora distantes das já conhecidas do anime, são obrigatórias para os fãs da série como “Chasing Dragonballs”, “The Journey Begins” e entre outras. O pessoal da maquiagem conseguiu um Piccolo muito bem feito.

Contudo, os 57 milhões de dólares que DBE recebeu foram, em grande parte, devido aos esforços dos atores do elenco principal que deram sangue e suor pelo filme, remando contra a maré da FOX e deixando este filme com a cara de Dragonball.

A FOX deixou “X-Men Origins Wolverine” vazar um mês antes da sua estréia e com conflitos com o gosto do publico-alvo acabou perdendo sua galinha dos ovos de ouro. O mesmo ocorreu com DBE, sendo premeditado dessa vez, pois o filme foi exibido na Ásia semanas antes. Quantos milhões a Fox perdeu em downloads?

A incompetência da FOX custou muito caro para os fãs de Dragon Ball e certamente para ela mesma.

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Dragonball 2: Reborn

janeiro 25, 2010

O Site Movie Player informa que James Marsters está atualmente envolvido na continuação de Dragonball Evolution entitulada Dragonball 2 Reborn.

“James participou recentemente nas séries Lie To Me e The Super Hero Squad e está envolvido na sequência Dragonball 2: Reborn, onde interpreta Piccolo.”

Alguns sites especializados já atualizaram as informações sobre Dragonball Evolution confirmando a continuação como Dragonball 2: Reborn prevista para 2011.

O site IMDB atualizou as informações dos seguintes atores:
Justin Chatwin – http://www.imdb.com/name/nm0154226/
James Marsters – http://www.imdb.com/name/nm0551346/
Jamie Chung – http://www.imdb.com/name/nm1512166/
Emmy Rossum – http://www.imdb.com/name/nm0002536/
Todos estão atualmente envolvidos com o segundo filme (em desenvolvimento).

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Suposto poster de Dragonball Reborn

janeiro 25, 2010

Uma fonte anônima enviou esta foto de um suposto poster do segundo filme:

(Clique para ampliar)

Há também boatos de que a FOX fará o anúncio oficial da continuação em Março.

Lembrem-se, por enquanto não passa de especulação, são apenas rumores.

Fonte: dblegends.com

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Novas Fotos das Action Figures da ENTERBAY!

novembro 11, 2009

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Leia o resto do post para mais fotos e informações:

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Crônicas DBOF: Direção e Arte Final

outubro 23, 2009


Por: M Barreto

James Wong foi o responsável por escolher o tom do filme. Ação? Aventura? Comédia? Um pouco de tudo? A decisão era dele. A estilização também. Será um filme colorido ou obscuro? Por ou não detalhes que lembrem o anime/mangá de Akira Toriyama?
Isso e muito mais ficou a cargo dele. Aventura é o tom primordial do filme e realmente tinha que ser. Mas ele abusou da comédia pastelão, com poucas cenas de ação e com a cena de luta mais importante ficando extremamente curta.

Início, meio e fim é o que toda história tem.

Início: os primeiros 45 minutos de filmes são excelentes. A inserção de Goku e Chichi na escola, a relação dele com o avô e os valentões ficou bem trabalhada, mas ainda faltavam detalhes. A busca pelas 7 esferas ficou muito legal. Goku, Bulma, Kame e Yamcha formaram uma boa equipe. Piccolo estava muito bem até ali e prometia evoluir em cena na segunda parte do filme.
Meio: acontece que pelo roteiro fraco de Ramsey e por inaptidão de Wong para dar uma pequena alongada nesse trecho, o filme teve praticamente um salto do início para o fim. Goku teve um treinamento relâmpago com Mestre Kame e os outros personagens ficaram forçadamente esperando chegar o dia do eclipse. Ora, num monastério de mestres de artes marciais, onde todo mundo é careca e tem grande poder, porque Kuririn não está lá? O baixinho teria sido um perfeito ajudante de treinamento para Goku e ainda daria pelo menos mais 15 minutos de pura diversão ao filme, com muita ação e o surgimento da principal amizade do protagonista. Contudo, parece que nem Ramsey, nem Wong leram uma página do manga ou assistiram a um episódio do anime. Lamentável.
Fim: Gostei do final, mas a luta entre Goku e Piccolo podia ter sido muito maior e melhor. Obviamente, Goku era o Oozaro de seus pesadelos e estava destinado a matar seus amigos, tendo sucesso com Kame. As seqüências com Bulma e Yamcha são bastante legais nessa parte. Shen Long ficou muito mal feito. Em D-war (um filme de fantasia coreano muito ruim, mas com belos gráficos) aparece um dragão que é a cara do nosso querido Deus dragão e o pessoal do designer nem ao menos quis se inspirar nele. Na verdade, parece que nem ao menos se inspiraram no original. E para piorar, o deixaram mudo e com visual amarelo-catarro brilhante. O óbvio pedido para reviver Kame e a cena de Goku e Chichi no final encerrou bem o longa.
Os efeitos especiais foram muito bem produzidos, com boa utilização da câmera-lenta. Pena que ao longo do filme ela é esquecida (ou será que o dinheiro acabou?). Mas Wong deixou o filme colorido e bonitinho demais, sem dar o tom de certo às lutas principais e descaracterizando o ambiente do filme. Mais uma vez, se ele quisesse poderia pôr referencias ao original quase a cada cena como McG fez com “Teminator: Salvation” em relação aos dois primeiros filmes da série. Poderia ter inserido lutas mais complexas com um recurso de CG (Computação gráfica), mas faltava grana pra isso. A falta de grana, aliás, é culpa da FOX.

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Crônicas DBOF: Roteiro

setembro 3, 2009

Por: M. Barreto

Relendo minhas próprias crônicas, percebi que muito do que disse que aconteceria, aconteceu e muito do que disse que não deveria acontecer para o bem do filme também aconteceu. Dragonball Evolution foi um fracasso comercial. Contudo, cinematograficamente não foi um filme tão ruim, mesmo estando distante do original.
Para simplificar, vamos analisar alguns pontos separadamente: roteiro, direção, atuação e produção. Entendam as 4 crônicas seguintes como partes de uma única.

Roteiro

Ben Ramsey recebeu um bom argumento, ou seja, uma boa estória. Contudo, ele não soube trazer os pontos chaves de Dragonball para seu roteiro. Os personagens do original que ele colocou ficaram bem encaixados, mas ele poderia inserir mais personagens, mesmo que com leve descaracterização (como aconteceu com Yamcha) e agradar aos fãs que afinal são a maior parte dos divulgadores e público pagante. Faltou ao roteiro a essência de Dragonball. Continue lendo »