Archive for the ‘Reportagens’ Category

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Crônicas DBOF: A Produção da FOX

janeiro 28, 2010

Por: M. Barreto

Quando em 2003 surgiu uma foto de Piccolo live action, todos se animaram com o fato de um filme de Dragonball poder ser produzido, no entanto aquela foto fora apenas feita por fãs. Porém, um fundo de verdade havia, a FOX adquirira os direitos sobre a franquia Dragonball, todavia o deixou engavetado durante muitos anos. Quando em 2007 avistava-se que já em 2009 ela poderia perder os direitos sobre DB por não ter dado cabo de nenhum projeto, ela começa o projeto de um filme. Contudo, estávamos no auge da greve dos roteiristas, então as chances de encontrar um roteiro bom eram mínimas.

O script de Ben Ramsey foi escolhido e a pré-produção começou. James Wong ficou a cargo da direção e por seus trabalhos na cinessérie “Premonição” parecia ser uma excelente escolha. Stephen Chow ficaria a cargo da produção. James Marters foi escolhido para ser Piccolo, Justin Chatwin para Goku, Chow Yun-fat para Mestre Kame e todos os outros que já estamos cansados de saber. Brian Tyler entrou na equipe como o responsável pela trilha sonora. Até aqui tudo parecia calmo, entretanto foi quando as primeiras fotos extra-oficiais (dos toscos lutadores do torneio treinando no Templo de Pedra) saíram que as especulações começaram a fervilhar na Internet e o filme ganhou uma imagem negativa que o acompanharia para sempre.

A FOX sentia-se muito a vontade em ter o filme do ano “Wolverine” em suas mãos e deixou a divulgação de Dragonball Evolution apenas para os sites, blogs, fóruns e comunidades virtuais da Internet. Esse foi um erro, pois as várias imagens sem acabamento, de bastidores e com baixa definição circulavam e só aumentavam o temor de fãs mais radicais de aquele filme fosse uma perda de tempo.

O orçamento total de DBE foi de apenas 25 milhões de dólares, ou seja, um quarto de um filme comum de super-heróis dos quadrinhos americanos. O filme teve apenas 77 minutos corridos e 86, com os créditos. James Wong e Ben Ramsey não só provaram que na entediam nada da obra de Akira Toriyama como fizeram questão de por o “american life” no filme, transformando Goku em um adolescente discriminado e Chichi como uma patricinha. Stephen Chow não participou da produção do filme como divulgado. Utilizaram câmeras que captavam movimentos ultra-rápidos, como o que ocorre com a água quando um corpo nela cai. Este recurso foi algo totalmente desnecessário e muito mal utilizado durante a película. A equipe de efeitos especiais aliás fez muito bem seu trabalho com a pouca verba que recebeu.

Brian Tyler fez seu trabalho maravilhosamente bem, compondo músicas que embora distantes das já conhecidas do anime, são obrigatórias para os fãs da série como “Chasing Dragonballs”, “The Journey Begins” e entre outras. O pessoal da maquiagem conseguiu um Piccolo muito bem feito.

Contudo, os 57 milhões de dólares que DBE recebeu foram, em grande parte, devido aos esforços dos atores do elenco principal que deram sangue e suor pelo filme, remando contra a maré da FOX e deixando este filme com a cara de Dragonball.

A FOX deixou “X-Men Origins Wolverine” vazar um mês antes da sua estréia e com conflitos com o gosto do publico-alvo acabou perdendo sua galinha dos ovos de ouro. O mesmo ocorreu com DBE, sendo premeditado dessa vez, pois o filme foi exibido na Ásia semanas antes. Quantos milhões a Fox perdeu em downloads?

A incompetência da FOX custou muito caro para os fãs de Dragon Ball e certamente para ela mesma.

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Crônicas DBOF: Direção e Arte Final

outubro 23, 2009


Por: M Barreto

James Wong foi o responsável por escolher o tom do filme. Ação? Aventura? Comédia? Um pouco de tudo? A decisão era dele. A estilização também. Será um filme colorido ou obscuro? Por ou não detalhes que lembrem o anime/mangá de Akira Toriyama?
Isso e muito mais ficou a cargo dele. Aventura é o tom primordial do filme e realmente tinha que ser. Mas ele abusou da comédia pastelão, com poucas cenas de ação e com a cena de luta mais importante ficando extremamente curta.

Início, meio e fim é o que toda história tem.

Início: os primeiros 45 minutos de filmes são excelentes. A inserção de Goku e Chichi na escola, a relação dele com o avô e os valentões ficou bem trabalhada, mas ainda faltavam detalhes. A busca pelas 7 esferas ficou muito legal. Goku, Bulma, Kame e Yamcha formaram uma boa equipe. Piccolo estava muito bem até ali e prometia evoluir em cena na segunda parte do filme.
Meio: acontece que pelo roteiro fraco de Ramsey e por inaptidão de Wong para dar uma pequena alongada nesse trecho, o filme teve praticamente um salto do início para o fim. Goku teve um treinamento relâmpago com Mestre Kame e os outros personagens ficaram forçadamente esperando chegar o dia do eclipse. Ora, num monastério de mestres de artes marciais, onde todo mundo é careca e tem grande poder, porque Kuririn não está lá? O baixinho teria sido um perfeito ajudante de treinamento para Goku e ainda daria pelo menos mais 15 minutos de pura diversão ao filme, com muita ação e o surgimento da principal amizade do protagonista. Contudo, parece que nem Ramsey, nem Wong leram uma página do manga ou assistiram a um episódio do anime. Lamentável.
Fim: Gostei do final, mas a luta entre Goku e Piccolo podia ter sido muito maior e melhor. Obviamente, Goku era o Oozaro de seus pesadelos e estava destinado a matar seus amigos, tendo sucesso com Kame. As seqüências com Bulma e Yamcha são bastante legais nessa parte. Shen Long ficou muito mal feito. Em D-war (um filme de fantasia coreano muito ruim, mas com belos gráficos) aparece um dragão que é a cara do nosso querido Deus dragão e o pessoal do designer nem ao menos quis se inspirar nele. Na verdade, parece que nem ao menos se inspiraram no original. E para piorar, o deixaram mudo e com visual amarelo-catarro brilhante. O óbvio pedido para reviver Kame e a cena de Goku e Chichi no final encerrou bem o longa.
Os efeitos especiais foram muito bem produzidos, com boa utilização da câmera-lenta. Pena que ao longo do filme ela é esquecida (ou será que o dinheiro acabou?). Mas Wong deixou o filme colorido e bonitinho demais, sem dar o tom de certo às lutas principais e descaracterizando o ambiente do filme. Mais uma vez, se ele quisesse poderia pôr referencias ao original quase a cada cena como McG fez com “Teminator: Salvation” em relação aos dois primeiros filmes da série. Poderia ter inserido lutas mais complexas com um recurso de CG (Computação gráfica), mas faltava grana pra isso. A falta de grana, aliás, é culpa da FOX.

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Crônicas DBOF: Roteiro

setembro 3, 2009

Por: M. Barreto

Relendo minhas próprias crônicas, percebi que muito do que disse que aconteceria, aconteceu e muito do que disse que não deveria acontecer para o bem do filme também aconteceu. Dragonball Evolution foi um fracasso comercial. Contudo, cinematograficamente não foi um filme tão ruim, mesmo estando distante do original.
Para simplificar, vamos analisar alguns pontos separadamente: roteiro, direção, atuação e produção. Entendam as 4 crônicas seguintes como partes de uma única.

Roteiro

Ben Ramsey recebeu um bom argumento, ou seja, uma boa estória. Contudo, ele não soube trazer os pontos chaves de Dragonball para seu roteiro. Os personagens do original que ele colocou ficaram bem encaixados, mas ele poderia inserir mais personagens, mesmo que com leve descaracterização (como aconteceu com Yamcha) e agradar aos fãs que afinal são a maior parte dos divulgadores e público pagante. Faltou ao roteiro a essência de Dragonball. Read the rest of this entry ?

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Crônicas DBOF: Lord Piccolo

abril 21, 2009

Por: M. Barreto (equipe DBOF)
(Crônica escrita antes da estréia do filme)

Inicio de 2008. Pânico, histeria, medo, sofrimento, surpresa, mistério. Um filme de terror? Não. Era Dragonball ganhando a tela grande. A lenda ganha vida. Justin Chatwin, um ilustre desconhecido, seria Goku. Mas e o vilão? Piccolo foi o escolhido como o primeiro antagonista. Mas quem poderia levar o Verdão para o cinema?

O vilão é mais do que o antagonista de um filme de aventura/fanstasia, ele é a máquina que move a estória. O que seria de Star Wars sem Darth Vader de James Earl Jones/David Prowse, não haveria nenhum filme se não houvesse Hannibal Lecter de Anthony Hopkins em Silencio dos Inocentes, e Batman – O Cavaleiro das Trevas nunca teria ido tão bem se não fosse o Coringa de Heath Ledger.

James Marsters não apenas encarou o desafio de interpretar o primeiro vilão da história cinematográfica de Dragonball, como se empenhou em transformá-lo no centro das atenções do longa. Contudo, seria ele é a pessoa certa para fazer este papel?

Não apenas é o ator certo, mas talvez, o único que pode. James Marsters foi o ator que mais apareceu durante as filmagens, dando entrevistas e declarações. Talvez as suas aparições em programas de auditório mexicanos falando do filme que mostraram a quem acompanhava as notícias do filme o tom de “dessa vez é de verdade”. Revelou que a idéia original para Lord Piccolo era fazer um personagem sem maquiagem pesada e com personalidade mais próxima de um vilão pastelão. Entretanto, o embasado no fato de ser um fã confesso da série, assim como seu filho, o ator se impôs ao querer o vilão verde e como um verdadeiro vilão para o cinema deve ser.

“Solidão. Essa é a palavra que se deve pensar quando se pensar em Piccolo. Ele está sempre flutuando por belas paisagens, mas não as contempla está sempre olhando para os pés” disse Marsters comentando sobre a natureza de seu personagem. Já perdi a conta de quantas vezes vi em Dragon Ball Z, Piccolo fazer isso no inicio das sagas. Sozinho num mundo distante do seu, sem saber o que é e quem é. 2000 anos (300 no original) preso e tudo continua ainda diferente dele. Só uma coisa ainda é constante: Seu poder!

Talvez a maioria não saiba, mas o Superman foi criado inicialmente como vilão numa revista chamada “The Reign of Superman” no qual o Ultimo Filho de Kripton dominava o mundo com mãos de ferro. Somente um ano depois, o personagem foi reinventado, e se tornou o maior herói da Terra num novo mundo criado pelos seus autores. Embora Kal-el de Kripton nada tenha a ver com o careca ditador Superman de TROS, Lord Piccolo sofre um processo parecido. De um ser sozinho exilado num mundo distante, passa a exímio lutador, e à um demônio conquistador insano, é preso e renasce sedento por vingança. Mas ao ser lembrado da bondade do coração humano, ele se torna novamente apenas um lutador disposto a enfrentar seres superpoderosos, sofrendo uma reformulação também, sendo que ainda na mesma história.

Com a fusão de Piccolo Daimaoh e Piccolo jr (Manhúnia) em um único personagem, Lord Piccolo, houve a simplificação do confuso processo de “semi-reencarnação” do namekuseijin (namek em algumas fases) no anime. A idéia é simplificar ao máximo as sagas para caber em 90 minutos de filme. Ademais, não deve haver, a principio, a inserção da figura de Kamisamma, logo o único ser verde a aparecer deve ser ele, talvez até mesmo dando a dica aos sete sábios de como criar as esferas do dragão. Será?

A controversa caracterização desse personagem foi feita utilizando muita maquiagem e a teórica mudança de tonalidade descrita por James Marsters e a que vimos nas primeiras imagens de Lord Piccolo para um verde claro quase branco desagradaram a maioria absoluta dos fãs e pesou muito contra o filme. Mas como prometido por Jim Masters, Piccolo apareceu bem verde (embora alguns “fãs” ainda reclamassem que parecia O Máskara) e sem antenas como já havia sido previsto (ou com duas antenas atrofiadas/coladas para alguns). O uniforme de Piccolo perdeu um pouco da essência Árabe, mas em compensação ganhou ares de armadura antiga como a que Deuses guerreiros usavam em lendas antigas (embora pareça mais com a roupa de Batman para alguns). E para os fãs Brazucas é valido lembrar que Luís Antônio Lobue será o dublador como no anime.

Assim como todo o filme, Lord Piccolo deve ser visto como um Piccolo de uma dimensão alternativa, alguém que guarda relação com o original sem sê-lo. Sinceramente, acredito que Piccolo seja até mesmo mais do que Goku, o motivo do acerto ou do fracasso de Dragonball Evolution. E como Marsters disse em uma entrevista e um amigo sempre disse, mesmo antes do ator: Ele veio para ser o bem e o mal!

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Crônicas DBOF: Bulma Briefs

março 19, 2009

Por: M. Barreto (equipe DBOF)

Linda, louca e genial. Essa é a melhor definição de Bulma. Segunda personagem a aparecer na série Dragonball, esteve com Goku por quase toda a vida. Com sua beleza encantou Yamcha e Vegeta, em suas loucuras queria pedir uvas ou morangos a Sheng Long e em sua genialidade inventou diversos apetrechos como a máquina do tempo de seu filho Trunks e o Radar do Dragão, o item que desencadeou toda a história.
Quando Emmy Rossum foi escolhida para viver Bulma, muito ficaram incomodados pelo fato dela ser ocidental, mas cabe ressaltar novamente que Akira Toriyama criou um mundo fantástico no qual não existem Ocidentais e Orientais, tornando esta uma discussão ridícula. Com o tempo, Rossum ganhou o carinho do público por ser uma das poucas pessoas que dava sinais de vida durante as filmagens, sempre atualizando as nossas fontes de notícias.
Tempos após o final das filmagens, surgiram as primeiras fotos de Emmy como Bulma. De início a maioria dos ditos fãs da série não gostaram das fotos pela presença de armas e pela ausência do cabelo azul, mas no final aceitaram o novo visual da personagem. Ora, se a idéia do filme é transportar o fantástico mundo de Dragonball para o mais próximo do real, seria incongruente colocar uma pessoa comum de cabelo azul! Perde a verossimilhança do filme. E para aqueles que acham que usar armas é novidade para Bulma, saibam que a jovem cientista usava muitas armas de fogo no início do anime/mangá, sendo então estranho para a maioria dos “fãs” que só assistiram a Saga Z/GT. Por curiosidade, até mesmo o guerreiro Yamcha já empunhou uma submetralhadora (embora não a tenha disparado) na luta contra Piccolo Daimaoh.
De mesmo modo que no original, Bulma encontrará Goku e os dois partirão em busca das esferas do Dragão. De seu lado inventivo podemos esperar o de sempre, o Radar do Dragão que possibilita a viagem com Goku e pelo menos uma cápsula, de onde surge uma potente motocicleta. Apenas cabe ressaltar que talvez Bulma tenha um pouco mais de ação do que no anime, visto a falta de personagens guerreiros como Kuririn e os outros para ajudar Goku em sua viagem.
Quanto à personalidade de Bulma, parece que Emmy realmente conseguiu capturá-la. Nos traillers sempre vemos Bulma com um ar de “não to nem aí” quando tudo está um caos à sua volta ou com caretas bisonhas que só mesmo poderiam vir da terráquea mais doida do universo de Dragonball. E como disse Rossum numa entrevista “Ela (Bulma do Evolution) é tudo menos normal”.
E das terras tupiniquins eu já posso adiantar que Tânia Gaidarji a dubladora clássica de Bulma foi quem dublou Emmy em Dragonball Evolution, sendo mais um fator que favorece a nossa receptividade.
Igual nunca poderia ficar, mas essa jovem e linda atriz que dará vida a nossa tresloucada musa fez com certeza o melhor para lhe dar a vida. De qualquer modo, estaremos todos prontos a dar grandes risadas de medo ou de alegria e gritar: This is Dragonball!!!
Parte 4/9
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Próximo: Piccolo

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As locações de Evolution

fevereiro 1, 2009

Parte Final do Pressbook.

“DRAGONBALL: EVOLUTION” começou a produção na Cidade do México, onde uma privada, e ultra-moderna escola foi usada como o colégio de Goku. Mais de cem alunos foram usados como figurantes preenchendo as salas de aula, estacionamentos e corredores. Uma grande mansão privada, em uma área residencial exclusiva com elementos arquitetônicos asiáticos foi usada para a cena da festa. Uma área dentro dos limites da cidade se tornou Paozu City, onde Roshi vive em uma cabana em meio à gigantescos arranha-céus.

Após seis dias de filmagens na Cidade do México, a produção mudou-se para Durango, México, onde o resto das filmagens aconteceram. “Durango tem espetaculares locações ao ar livre, incluindo as altas montanhas, desertos e formações rochosas que nós estávamos procurando”, diz o produtor executivo Tim Van Rellim, que havia trabalhado em uma produção cinematográfica em Durango uma década antes. A produção transformou uma fábrica abandonada de jeans com um milhão de pés quadrados em uma unidade de produção com escritório, armazém, juntamente com um salão para os figurinos, palcos, dez acres e uma área ao ar livre, que foi usada para sets exteriores .

Formações rochosas em Mexiquillo se tornaram o secreto campo de treinamento de Toi San. Mais de 200 artistas maricias de Durango e seus instrutores foram recrutados e levados às remotas locações para uma grande cena de treinamento marcial. O elenco e equipe enfrentaram temperaturas extremas diariamente das frias manhãs abaixo de 0 graus celsius, às tardes quentes acima de 26 graus, e ocasionais tempestades de areia causadas pelas condições do vento. Mais tarde nas filmagens, os cineastas usaram um centro de recreações como a arena do Torneio Toi San. Mil figurantes preencheram a estrutura, para aplaudir e torcer.

O Parque Estadual Los Organos, com suas espetaculares formações rochosas que lembram os tubos de um órgão de Igreja, tornou-se o cenário e inspiração para a história do Templo do  Dragão. Gigantescas dunas de areia, denominadas “Las Dunas De Bilbao,” a norte de Durango, foram usadas para as cenas da viagem e o exterior de uma caverna no habitat de Yamcha

O mercado Toi San foi pensado a partir de uma instalação de armazenagem de grãos de 1800 que foi encontrada fora de Durango. Novos elementos arquitectónicos foram adicionados e, em seguida, reforçados pela decoração do set, misturando elementos do Oriente Médio e uma atmosfera de ‘mercado popular’.

Sets interiores foram construídos e instalados na fábrica de Jeans, incluindo o interior dos dois andares da cabana de Roshi, o interior de uma caverna de 20 pés de altura, o pátio do Templo Toi San e seus correspondentes interiores, a Câmera Gênesis de Lord Piccolo e seu dirigível, assim como os sets com tela verde.

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O Design de Evolution

janeiro 31, 2009

Terceira parte do Pressbook de Dragonball Evolution:

O visual único das cenas de ação do filme causam elogios à sua direção de arte e cinematografia. O Designer de produção Bruton Jones, juntamente com os consultores visuais Richard Holland e Bruce Crone, fizeram referencia ao anime e mangá, como uma grande mistura de estilos refletindo as referencias multiculturais e de passado/futuro. O Templo do Dragão por exemplo, tem influencias arquitetônicas Russas, japonesas e chinesas.

Antes de começar a produção, o diretor de fotografia Robert McLachlan testou vários filmes antes de escolher Fuji, que ajudou a fornecer a forte coloração saturada que ele procurava. A saturação acrescenta a intensidade do eclipse solar do filme, que na história é um sinal de um possível evento cataclísmico. “Queríamos que nosso eclipse fosse muito mais surreal [do que um típico eclipse solar], com estranhas e intensas cores avermelhadas”, diz McLachlan.

Ariel Velasco Shaw supervisionou os muitos e variados efeitos visuais do filme, incluindo a energia conhecida como Ki. Aproveitar o poder do Ki é um dos princípios da filosofia oriental – e conecta os incríveis acontecimentos de Dragonball ao nosso mundo. Na técnica de ‘dobrar o vento’ com o Ki, o praticante ‘empurra a energia’ para fora de seu peito, fazendo o ar à sua volta distorcer de forma ondulada – e então a energia é forçada contra o oponente. Ki é tão forte que absorve o poder do universo conforme é canalizado por um profissional habilidoso em sua técnica. Sua manifestação suprema é o Kame-Hame-Ha de Goku.

Velasco Shaw e sua equipe criaram diversas formas de Ki adequadas à cada personagem. Por exemplo um personagem humano tem um Ki diferente de um alien ou um híbrido metade humano/metade alien. Além disso, há um Ki “mais jovem” para os personagens mais jovens, e um Ki “mais velho”, e mais desenvolvido para Roshi.

As icônicas e místicas Dragonballs foram, em grande parte, criação da equipe de efeitos visuais. “Todo mundo tinha uma idéia de como elas deveriam parecer e o que precisavam fazer para isso”, diz Velasco Shaw. As Dragonballs, cortesia da magia de intensiva Computação Gráfica, tem uma luminiscência transcendental fazendo juz a suas numinosas propriedades.

Velaco Shaw também supervisionou as duas criações feitas totalmente em CG: a monstruosa criatura Oozaru, bem como os Fu Lum,demônios assassinos, que se regeneram quando desmembrados.

Alec Gillis e Tom Woodruff Jr., diretores de uma das companias de maquiagem e próteses mais renomadas da indústria, Amalgamated Dynamics Inc. (ADI), criou a maquiagem protética de Lord Piccolo. As sofisticadas próteses de Lord Piccolo, criadas por Gillis e Woodruff, foram aplicadas pelo maquiador Edward French.

Confira Também:
Parte 1:
O que esperar das cenas de ação em Dragonball: Evolution?
Parte 2: O Início de Evolution.