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O Design de Evolution

janeiro 31, 2009

Terceira parte do Pressbook de Dragonball Evolution:

O visual único das cenas de ação do filme causam elogios à sua direção de arte e cinematografia. O Designer de produção Bruton Jones, juntamente com os consultores visuais Richard Holland e Bruce Crone, fizeram referencia ao anime e mangá, como uma grande mistura de estilos refletindo as referencias multiculturais e de passado/futuro. O Templo do Dragão por exemplo, tem influencias arquitetônicas Russas, japonesas e chinesas.

Antes de começar a produção, o diretor de fotografia Robert McLachlan testou vários filmes antes de escolher Fuji, que ajudou a fornecer a forte coloração saturada que ele procurava. A saturação acrescenta a intensidade do eclipse solar do filme, que na história é um sinal de um possível evento cataclísmico. “Queríamos que nosso eclipse fosse muito mais surreal [do que um típico eclipse solar], com estranhas e intensas cores avermelhadas”, diz McLachlan.

Ariel Velasco Shaw supervisionou os muitos e variados efeitos visuais do filme, incluindo a energia conhecida como Ki. Aproveitar o poder do Ki é um dos princípios da filosofia oriental – e conecta os incríveis acontecimentos de Dragonball ao nosso mundo. Na técnica de ‘dobrar o vento’ com o Ki, o praticante ‘empurra a energia’ para fora de seu peito, fazendo o ar à sua volta distorcer de forma ondulada – e então a energia é forçada contra o oponente. Ki é tão forte que absorve o poder do universo conforme é canalizado por um profissional habilidoso em sua técnica. Sua manifestação suprema é o Kame-Hame-Ha de Goku.

Velasco Shaw e sua equipe criaram diversas formas de Ki adequadas à cada personagem. Por exemplo um personagem humano tem um Ki diferente de um alien ou um híbrido metade humano/metade alien. Além disso, há um Ki “mais jovem” para os personagens mais jovens, e um Ki “mais velho”, e mais desenvolvido para Roshi.

As icônicas e místicas Dragonballs foram, em grande parte, criação da equipe de efeitos visuais. “Todo mundo tinha uma idéia de como elas deveriam parecer e o que precisavam fazer para isso”, diz Velasco Shaw. As Dragonballs, cortesia da magia de intensiva Computação Gráfica, tem uma luminiscência transcendental fazendo juz a suas numinosas propriedades.

Velaco Shaw também supervisionou as duas criações feitas totalmente em CG: a monstruosa criatura Oozaru, bem como os Fu Lum,demônios assassinos, que se regeneram quando desmembrados.

Alec Gillis e Tom Woodruff Jr., diretores de uma das companias de maquiagem e próteses mais renomadas da indústria, Amalgamated Dynamics Inc. (ADI), criou a maquiagem protética de Lord Piccolo. As sofisticadas próteses de Lord Piccolo, criadas por Gillis e Woodruff, foram aplicadas pelo maquiador Edward French.

Confira Também:
Parte 1:
O que esperar das cenas de ação em Dragonball: Evolution?
Parte 2: O Início de Evolution.

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3 comentários

  1. […] Confira Também: Parte 1: O que esperar das cenas de ação em Dragonball: Evolution? Parte 3: O Design de Evolution […]


  2. queria tirar uma duvida. será que entrou no quarto de ausentes o shenlong? até agora n vi nehuma menção a tal personagem. sera q as dragon balls no filme realizam desejos sem um dragão? por si mesmas? queria um shenlong no filme :(. Ah sim: efeitos especiais e design muito bons espero assistir a uma boa adaptação, merecida, de DragonBall. VLW ai!!!



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